terça-feira, 18 de maio de 2010

Linguagem: Sistema Adaptativo Complexo

Alguém duvida da "complexidade" das aulas de Linguística Cognitiva?!!!!

E não é que publicaram?!!!

Saiu no Estado de Minas de sábado, caderno Opinião.

Avanço na gestão do lixo requer trabalho estratégico de informação

Isadora Camargos*

A nova legislação sobre os resíduos sólidos urbanos, entre outras tantas normas, afirma que lixo é um problema de todos. O que se pretende é uma mudança de comportamento de toda a sociedade para que, desde a casa de cada um até a destinação correta e as formas de geração de renda, o lixo seja devidamente encaminhado e tratado. Tarefa difícil. No Brasil, 64% dos municípios ainda despejam o resíduo em lixões sem nenhum tratamento. Em Minas Gerais, que desde 2002 adota o Programa Minas sem Lixões, esse índice é de cerca de 40% dos municípios. E para quem ainda convive com um lixão sem grande repulsa, a pergunta é o que serve de argumento para uma mudança radical de comportamento, o que inclui menos desperdício, coleta seletiva em casa, reaproveitamento, cobrança de postura dos governantes, enfim, uma mudança de concepção sobre tema.

Os urubus e o mau cheiro costumam ser bons argumentos, mas não é à toa que os lixões normalmente ficam longe dos centros urbanos. A lei pode prever multa. Os governos podem dar incentivos e verbas. Os catadores de resíduo podem argumentar que ali encontram riquezas. Mas nada disso é garantia de mudança de gestão ou comportamento. Normalmente, as pessoas precisam acreditar, ter uma convicção, para mudar de postura.

É aqui que a informação faz toda a diferença. A questão é saber qual a organização desse conjunto de informações deve ser dada para cada público para que todos encontrem os seus interesses e construam suas convicções. Numa região pobre, onde os problemas de infra-estrutura orientam, influenciam e às vezes determinam as ações cotidianas, é difícil convencer um governante a separar parte da restrita verba para fazer a gestão do lixo. Por outro lado, numa região de bom desempenho econômico, costuma ser complicado convencer um município a se consorciar com os vizinhos e assim possibilitar que toda a região faça a gestão adequada do lixo. Para cada caso, é preciso conhecer a cultura local e a partir daí encontrar os argumentos adequados e decidir a melhor forma de informar. Só assim será fortalecida a percepção de que as questões ambientais e sociais estão interligadas.

Talvez um município mais pobre precise compreender a estreita relação entre gestão do lixo e agricultura, para saber que não deve contaminar o solo, que a compostagem doméstica traz benefícios para as famílias, que a reciclagem gera renda, e que a coleta seletiva costuma ser mais barata que a convencional porque há uma significativa redução do volume de lixo gerado. E o município próspero precisa compreender que a água contaminada pelo lixo ao lado leva as impurezas para os seus cidadãos e que pensar regionalmente pode possibilitar uma estruturação ambiental mais adequada com benefícios para todos. A gestão integrada dos resíduos sólidos urbanos é um desafio enorme para todos, e a informação estratégica de qualidade é um dos pilares para essa conquista.

*Isadora Camargos é jornalista, doutoranda em Linguística pela PUC-Minas.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Estreia

Hoje foi o primeiro dia de trabalho na nova sede da Sensata Comunicação. Alegria indescritível. Amigos parceiros. Clima excelente. O trabalho rendeu bem. Lá vamos nós pelo caminho e o caminho tem sido bem amistoso.

sábado, 1 de maio de 2010

Quase barraco

Auge da TPM, acordei pronta para morder o calcanhar de um. Fui cedinho para a imobiliária, pronta para fazer um barraco, certa de que o meu contrato não estava pronta (mais uma vez). Cheguei já corada, e apenas a atendente estava lá. Com a voz firme perguntei pelo contrato e ela respondeu.
- Pois não, está aqui.
E estava mesmo. E todo correto.
Aí liguei para o banco, pronta para a segunda tentativa de barraco.
- Bom dia gerente.
- Bom dia, tudo bem?
- Depende do que você vai me dizer sobre a abertura da conta da empresa.
- Anota aí os números.
Mais um barraco frustrado.
E finalmente a empresa existe, tem cnpj, emite nota, tem sede e conta no banco!!!

domingo, 18 de abril de 2010

Orgulho da labuta


Essa revista representa muito para o meu trabalho. É um marco da nova fase. Um brinde à Bem Ambiental!

Vestido de noiva

Eu nunca imaginei como seria o meu vestido de noiva. Os meus planos de casamento tinham até um certo quê de amargura. Eu tinha vontade de ir ao altar numa cerimônia alheia gritar que era tudo mentira. Casar não fazia parte dos meus planos. Mas aconteceu. De repente, me vi apaixonada pelo maridão e o casamento foi natural e delicioso.

Sem imaginários, escolher o vestido foi tarefa fácil. O estilista desenhou, eu falei é esse e pronto.

Hoje, tenho orgulho de tudo: o maridão, a vida a dois (agora a três), o casamento e o vestido. Aliás, acho o vestido um ícone de tudo isso. A imagem está aí, para todo mundo ver, como um troféu desse dia de quase cinco atrás que continua muito valioso.

Esse post foi incentivado pelo Mulher 7x7 (http://colunas.epoca.globo.com/mulher7por7).

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Sindicato do cafezinho

Todo dia chega um boleto de sindicato para pagar. Sou jornalista, pago o meu sindicato e pronto. Ninguém que convence de que tenho que pagar o conselho de relações públicas ou qualquer outro.
Aliás, cobrar pelas funções exercidas é tão simples que quero fundar o sindicato dos tomadores de cafezinho no intervalo. Tenho conhecimento de causa suficiente para ocupar uma cadeira na diretoria. Agora é só convencer a todos os viciados em cafeína de que é preciso me pagar a anuidade!